21 fevereiro 2007

Maximillian Hecker.

Um dos artistas que mais me impressionou nos últimos anos, pela originalidade, pela sonoridade, pela novidade foi Maximillian Hecker. Este alemão que ainda é um miúdo (30 anos), tem um percurso musical invejável e já editou o seu 4.º álbum a solo.

Photobucket - Video and Image Hosting

O próprio intitula a sua música como “melancholy pop hymns”, mas por detrás destas palavras há muito mais a extrair das músicas que o próprio compõe na integridade, tal como as letras, além de tocar todos os instrumentos na gravação dos seus discos. É o tipo de música que quanto mais ouvimos e mais atenção prestamos, mais nuances descobrimos. De Maximillian Hecker ou se gosta obsessivamente, ou se detesta. A música deste senhor tem o dom de por o nosso imaginário a funcionar… se não o fizer, provavelmente vamos detestar. Não é o tipo de som que se ouça… ou mergulhamos profundamente na sua sonoridade, ou não captamos nem 5% do que Maximillian Hecker criou.

O som deste original músico alemão vive de contrastes. Alterna a mais delicada melodia com dissonâncias; os momentos mais relaxantes com distorção de guitarras. Em consequência, provoca-nos momentos de grande envolvência em que os sons nos conseguem por a transpirar, logo seguidos de autênticos arrepios. O melhor exemplo está nos primeiros dois temas de “Rose”, o segundo álbum. Kate Moss e Hold Me Now, são muito mais do que temas musicais; são conjuntos de diferentes patamares musicais unidos por uma letra comum. O próprio tema que dá nome ao álbum é fantástico e contrasta com outros temas, por vezes acompanhados de ritmos electrónicos e ruídos entre o chocante e o inaudível.

O mesmo acontece no 1.º álbum, Infinite Love Songs, onde domina o tom melódico e até depressivo das baladas, cortado radicalmente com o ritmo e recorte deste tema que dá também nome ao álbum.

No 3.º álbum, Lady Sleeps, temas como Birch, Anaesthesia e Dying levam-nos ao mais profundo dos envolvimentos com o campo sonoro que imediatamente toma conta da nossa sala. Ao ouvir estes temas somos dominados por espasmos, arrepios e até melancolia. Nos restantes temas, Maximillian Hecker não consegue surpreender como nos trabalhos anteriores… acontece por vezes… quando a fasquia está demasiado alta.

Se calhar e exactamente por isso, o último álbum é diferente. E se alguns temas estão no perfil que tão bem habituados estamos por este músico (Snow White), outros como Your Stammering Kisses e Velvet Son, tem um estilo country bem marcado; e não será à toa que ao vivo Maximillian Hecker interpreta I Want You de Bob Dylan.

Tive o privilégio de ver este músico ao vivo em Braga, na 1.ª fila do igualmente fantástico Teatro Circo, no passado Sábado dia 17. Fique impressionado com a sonoridade ao vivo da banda que o acompanhava, num estilo bem mais rock e que muito me agradou. A voz de Maximillian Hecker é igualmente impressionante ao vivo.

Igualmente surpreendente e inovadora foi a atitude deste músico em palco… a variar entre o sonso, o pouco profissional, aquele que se esquece das músicas, que não sabe o que dizer, que é tão tímido que não consegue dizer uma frase completa… e que até arrota em palco! Tudo com o objectivo de chocar a audiência, mas com muita, muita piada! Fartei-me de rir! Eu e os meus amigos que me acompanham nesta paixão pelo mundo da música e que contribuíram para mais uma noite bem passada e memorável.

Sérgio

Portalegre - Quinta da Dourada.

Na passada semana estive em Portalegre em trabalho (para dar um curso). Uma gentil equipa pediu que a formação inicialmente marcada em Sintra fosse efectuada em Portalegre; preferiu esta equipa custear a sala durante 2 dias, do que deslocar 22 pessoas durante 2 dias, o que faz todo o sentido! Aliás, este espírito explica o porquê de uma agência de Portalegre estar no TOP TEN das agências de todo o país.

Para mim, encantado! Prefiro viajar a estar sempre no mesmo local, especialmente quando não é a minha cidade. E lá fui eu para Portalegre! Posso dizer-vos que ADOREI!

Desde logo fiquei espantado com a hospitalidade destas pessoas. Trataram-me como nunca fui tratado. Cheguei no dia anterior tarde, mas tinha alguém à minha espera para jantar e para me levar a uma fantástica quinta onde fiquei magnificamente instalado. Não só marcaram tudo e ofereceram-me a estadia, como não marcaram um simples e vulgar hotel, mas antes, uma fantástica quinta de turismo de habitação. Preocuparam-se sempre em almoçar e jantar comigo, como em “desencaminharem-me” para os copos! Ou seja, para que eu não me sentisse sozinho. No fim, ainda tinham uma recordação para mim… Fiquei sem jeito e sem saber como agradecer e retribuir tanta simpatia. Dei o melhor curso de sempre, tendo em conta as avaliações dos formandos (5,7 em 6).

Photobucket - Video and Image Hosting

De facto, fiquei sensibilizado com tanta simpatia, com tanta delicadeza. Senti-me muito bem em Portalegre. Penso que ficaram agradecidos por eu me ter deslocado até lá… possivelmente estão habituados a serem sempre eles a deslocarem-se até à capital. Mas eu não sou da capital… Nasci e vivo 300 kms acima, e se o Porto e os seus habitantes também já sofrem de algum “pedantismo cosmopolita”, eu ainda me rejo pelo bom senso, e faz-me mais sentido deslocar uma pessoa que 22. Sempre me ensinaram que a humildade é a mais nobre de todas as qualidades pessoais; apelo assim que olhemos para as pessoas por aquilo que realmente são e não pela morada. Portanto, nesse aspecto, apenas fiz o que gostaria que fizessem comigo e não há nada a agradecer.

Photobucket - Video and Image Hosting

(aproveito para vos apresentar a minha "banheira")

Adorei a Quinta da Dourada onde fiquei confortavelmente instalado e recomendo a qualquer pessoa um fim-de-semana por aquelas terras (http://www.quintadadourada.com/).


Photobucket - Video and Image Hosting

Adorei também a cidade, que tem uma zona histórica lindíssima, com ruas estreitas e todas as casas pintadas de branco e amarelo como é típico do Alentejo.

Photobucket - Video and Image Hosting

Por esta e por muitas outras razões “…eu hei-de lá voltar…” e será em breve!

Sérgio

10 fevereiro 2007

Referendo do Aborto - Take 2!

Muito se tem discutido sobre um tema tão simples. Tem havido muito “maquiaveliquidade" na discussão da pergunta e na organização das campanhas.

O movimento do “Não” bate todos os recordes em manipular a opinião das pessoas de forma totalmente desprezível, jogando com os nossos sentimentos e necessidades mais básicas:

- No anterior referendo, conseguiu com a ajuda dos poderes instalados no governo, marcar o referendo num fim-de-semana de 4 dias, em que tendencialmente as pessoas vão para fora e não votam.
- Como desta vez o poder não ajuda, foram buscar aquela ideia ridícula contida numa pergunta cretina, onde ferem a sensibilidade das pessoas, confrontando os cidadãos com a utilização de dinheiro dos próprios impostos, para pagamento dos abortos voluntários. Acho fantástico como um movimento tão pudico coloca a questão monetária à frente da questão humana… Esquecem-se porém, que quando uma criança nasce e é abandonada, a sua custódia recai sobre o Estado e o dinheiro para a sustentar vem da mesma fonte e é bem mais!
- Um dos argumentos mais fantásticos que ouvi dos médicos apoiantes deste movimento, foi o de que ao observarem por ecografia o processo de aborto, o feto tenta fugir da seringa que o irá sugar; portanto, há ali vida humana que está a ser assassinada. A minha pergunta a esses senhores é a de se algum deles, algum dia tentou matar uma formiga ou qualquer insecto… estranhamente estes também tentam fugir! E no entanto, tal como o feto até às 10 semanas, estão vivos e desprovidos de sistema nervoso central. Logo incapazes de sofrer ou pensar, mas reagindo apenas por instinto.

Ouvi os tempos de antena e de facto, o movimento do “não” assenta todos os seus argumento apenas numa palavra: NÃO! Não porque não; não à liberdade de cada um de escolher e optar o que é melhor para si mesmo. E a este nível tão íntimo, quem tem o direito de me dizer o que devo ou não devo fazer?

Ouvi o tempo de antena do “sim”, que perante a “mediavaleza” (hoje estou numa de inventar palavras!) do seu opositor podia brilhar. No entanto, não o fez. Pena… Muitas das opiniões pouco ou nada diziam de relevante, e também dispersavam em temas que para nada aqui são chamados. Felizmente, e pelo menos, não caíram no ridículo de imitar o estilo grotesco do adversário e perguntar: “Preferem o aborto livre ou criancinhas nos caixotes do lixo?”. Entristeceu-me que ninguém realçasse o factor mais importante, e pelo qual já não vivemos debaixo de uma tirania: liberdade! Cada um poder escolher o que é melhor para si; porque há questões com as quais NINGUÉM tem nada a ver.

Felizmente, alguém pelo movimento do “sim” fez uma grande diferença: Prof. Júlio Machado Vaz! Referiu e muito bem que esta é uma questão de saúde e não de justiça, portanto a penalização judicial não faz sentido. Há sim que investir no apoio psicológico a estas mulheres que se defrontam com um momento tão difícil.

Ninguém faz um aborto com a libertinagem de quem vai às compras. Não vão haver nem mais nem menos abortos, pelo facto deste ser legal (vejam-se os números dos outros países em que o aborto foi despenalizado); o que vão deixar é de haver mulheres que incorrem em problemas de saúde, esforços financeiros inadmissíveis e de responderem perante os tribunais porque tiveram de fazer uma opção custosa emocionalmente.

Acima de tudo, nenhum movimento tem o direito de brincar com sentimentos tão importantes, muito menos de jogar com as palavras e com realidades paralelas para conseguir influenciar outros, com menos capacidade de análise, em benefício seu e das suas ideias.

Por essa razão, passo a citar este texto enviado pelo meu amigo da blogosfera Solariso, que apela à sinceridade e à objectividade do tema sobre o qual vamos votar amanhã.

Sérgio



“Uma pergunta directa para uma resposta honesta.

A pergunta a que vamos responder no referendo do próximo dia 11 é compreensível para qualquer pessoa que saiba ler e isso é algo que nenhum contorcionismo político ou gramatical poderá mudar. "Concorda com a despenalização..." A despenalização é, evidentemente, a palavra-chave desta pergunta. É talvez surpreendente, mas o referendo do próximo dia 11 não é acerca de quem gosta mais de bebés, tal como não é acerca de quem mais respeita o sofrimento das mulheres. A pergunta do referendo também não é "dê, por obséquio, o seu palpite acerca de quando é que a alma entra no corpo dos seres humanos", matéria que sempre intrigou os teólogos. Não é acerca de quem gosta de fazer abortos e quem gosta de dar crianças para orfanatos. Por isso e acima de tudo, devo confessar que sofro de cada vez que ouço na televisão jornalistas falarem dos dois campos em debate como o "sim ao aborto" e o "não ao aborto".

Numa pergunta que começa com aquele "concorda com a despenalização", os dois votos possíveis não se dividem em pró-aborto e anti-aborto, e muito menos pró-escolha e pró-vida. Os que respondem "sim" à pergunta são "pró-despenalização". Os que respondem "não" são
"pró-penalização" (ou "anti-despenalização", o que é forçosamente ser a favor da penalização). Tudo o mais é responder com alhos a uma pergunta sobre bugalhos, e qualquer chefe de redacção deveria saber isso. "...da interrupção voluntária da gravidez...". Até agora sabemos que a pergunta é sobre despenalizar, mas ainda não falámos de quê. Há quem tenha problemas com a expressão "interrupção voluntária da gravidez" por considerá-la um eufemismo, mas acontece que é a fórmula correcta para designar um aborto não-natural, não-espontâneo.

Mesmo assim, isto não atrapalha o debate: toda a gente parte do princípio de que IVG é aquilo que, em linguagem corrente, genérica e imprecisa, chamamos "aborto". Os problemas surgem quando nos aproximamos da segunda parte da pergunta. "... se realizada, por opçãoda mulher". No mundo real, o que quer dizer esta parte da pergunta? Quer dizer que a concordância com a despenalização da IVG deve ser dada (apenas e só) no pressuposto de que ela seria realizada por opção da mulher. Basicamente, significa que se uma mulher for forçada a abortar por uma terceira pessoa, esse aborto é crime e essa tal terceira pessoa será punida. Quer dizer que, se fulano apanhar uma mulher grávida, a anestesiar e lhe interromper a gravidez, não poderá eximir-se respondendo que "o aborto foi despenalizado", precisamente porque graças à segunda parte da pergunta o aborto só é despenalizado se for por opção da mulher. No mundo do "não", porém, esta parte da pergunta é a que causa mais engulhos. Percebe-se porquê. "Por opção da mulher"? A mulher, grávida de poucas semanas, a tomar uma decisão? Sozinha? Deve haver aqui qualquer coisa de errado.

Quando se lhes retorque que não poderia ser por opção de outra pessoa, e se lhes pergunta quem queriam então que fosse, a informação não é computada. Algures, de alguma forma, teria de haver alguém mais habilitado para tomar a decisão. O pai? O médico? O Estado? Então e se qualquer deles achasse que a mulher deveria abortar, contra a vontade desta? Pois é. É precisamente por isso que aquele inquietante "por opção da mulher" ali está. "...nas primeiras dez semanas...". Aborto livre, grita o "não"! Aqui está a prova, o aborto é livre até às dez semanas! Ora, meus caros amigos, o limite de dez semanas significa precisamente que o aborto não é livre... Ou o facto de só se poder andar até 50 quilómetros por hora dentro de uma localidade significa "velocidade livre"? Não faz muito sentido, não é verdade?

Enquanto digerem esta pergunta, os adeptos do "não" mudam de estratégia. Então o que acontece às 11 semanas? E o que acontece, meus amigos, quando se anda em excesso de velocidade? É-se penalizado, e a penalização vai-se agravando quanto maior for o excesso de velocidade. Isso quer dizer que, nos pressupostos da pergunta, o aborto não é livre. Não era esse o problema? "... em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?" Esta parte final é tão clara que vou poupar palavras. Um "estabelecimento de saúde" quer dizer que não é um estabelecimento desportivo, e "legalmente autorizado" quer dizer que não é ilegal, ou que não é legalmente desautorizado, se tal coisa existisse.

Mas vale a pena notar o que "legalmente autorizado" não quer dizer. Não quer obrigatoriamente dizer do Estado, mas também não quer dizer privado, particular, ou o que seja. Quer dizer apenas que é num estabelecimento de saúde conforme com os procedimentos legais e que foi expressamente autorizado para a operação em causa. Não há melhor barómetro da má-fé neste debate do que dizer que estamos em face de duas perguntas diferentes, ou até duas perguntas de sinal contrário (uma legítima, a outra capciosa), tentando fazer passar a ideia de que a "segunda pergunta" de alguma forma perverte a primeira, rompendo com ela. Não há aqui primeira nem segunda pergunta: há apenas uma pergunta, que se refere a determinadas condições, condições essas que qualificam e restringem o âmbito da questão. Dizer o contrário disto não é só má-fé, é principalmente má-lógica: se a segunda metade da pergunta está contida na primeira, ela não pode ser mais aberta do que a anterior. Como é natural e faz sentido, cada passo da pergunta a fecha um pouco.

Dizer que é "despenalização da IVG" significa que não é despenalização de qualquer outra coisa, dizer que é "por opção da mulher" significa que não é por opção de qualquer outra pessoa, dizer que é até "às dez semanas" significa que não é sem qualquer limite, dizer que é "em estabelecimento de saúde" significa que não é no meio da rua, e dizer que a pergunta se refere a um estabelecimento de saúde "legalmente autorizado" significa que não pode ser no dentista, ou na farmácia, ou no ginásio. Tudo o resto é apenas uma desculpa para não se assumir as responsabilidades do voto. Pessoalmente, não vejo nesta pergunta nada que não me agrade, e vejo muita coisa que me agrada.

É uma pergunta de compromisso, cautelosa, que prevê os limites mais importantes, deixando a definição das políticas (de saúde, de planeamento familiar, judicial, etc.) para os actores e momentos certos. Pode responder-se sim ou não, e eu responderei "sim". Sou pela despenalização, naquelas condições, como outros são pela penalização mesmo naquelas condições. O que não se pode é invalidar a pergunta, degradando a sua lógica. Trata-se de uma pergunta directa. Como tal, pede apenas uma resposta honesta.


Rui Tavares

«Público» de 3 de Fevereiro de 2007”

29 janeiro 2007

Bazar - Porto - Sábado à noite.

No Sábado à noite fui jantar com um amigo de longa data, que agora vive em Espanha.

Depois de jantar resolvemos ir beber um copo. Fomos ao Bazar... algumas notas curiosas:

- Havia uma festa especial e o bar tinha 2 ambientes distintos: onde a música era boa, a sala estava cheia, era desconfortável e tinha um monte de gente a divertir-se à grande; onde a música estava desconsolada (dance music sem grande interesse), havia bom ambiente, pessoas bonitas e podia-se estar bem, sem ser esmagado ou correr o risco de alguém nos virar uma bebida em cima (as mulheres bonitas estavam todas aqui)... mas ninguém se estava a divertir muito.

- As mulheres que acho bonitas, acabo por reparar no momento seguinte que são demasiado novinhas para mim; as mulheres que nem me chamam a atenção, acabo por descobrir que são da minha idade.
- O bar é labirintico e em caso de emergência não se consegue sair de lá.

Conclusão final: estou velho e não saiu mais à noite a partir de hoje!

Sérgio

Expo-Batalha.

Este fim de semana fui à exposição de motos que habitualmente tem lugar nesta altura, na Batalha.

Começando pela exposição em si, definitivamente, não vale a pena ir. Este salão tem vindo a decair de há 3 anos para cá, a um ritmo alucinante. Este ano valeu ver a minhas adoradas e favoritas Moto Guzzi. Tirando isso, nada a salientar.

Acima de tudo valeu pelo passeio e pelo dia. Muito frio mas um dia lindo!

Fiz a viagem com a Joazinha e com o Pedro, valente com aquele frio em cima da VMAX. Desencontramo-nos da Cristina e do Mário. Como já era tarde e queriamos voltar cedo, optamos por não ir almoçar com as 95 pessoas do Motonline. Tive pena de não rever muitos amigos dos quais tenho saudades, mas o tempo não dá para tudo...

Almoçamos no centro da Marinha Grande com vistas para um lago; um almoço muito divertido, agradável e com uma excelente vista.

O regresso foi mais duro, porque o frio apertou... mas nem isso me tirava o sono. Não tenho fotografias, mas o Pedro tirou (depois coloco aqui... quando tiver computador!).
Foi um dia bem passado graças à excelente companhia. Pedro, temos de combinar mais passeios!

Sérgio

22 janeiro 2007

Inicio de ano difícil...

A vida não anda mesmo nada fácil... continuo sem computador e sem internet... tenho trabalhado muitas, muitas horas... e estou farto de passar semanas seguidas em Lisboa. Tenho saudades de casa... do meu canto... das pessoas que gosto... das minhas cadelinhas!

O fim de semana é muito curto... passar num abrir e fechar de olhos e as coisas para fazer acumulam-se de fim de semana em fim de semana.

No próximo, se estiver bom tempo, vou à Expo Batalha com o pessoal das 2 rodas! Alguns já nem me lembro de os ver. Se estiver a chover não posso ir... o pneu de trás já está a dar as últimas e não tenho como muda-lo.

Também tenho saudades de ir fazer umas ondas. Não tenho tido tempo e por vezes o mar não ajuda.

Tenho muitas, mesmo muitas saudades de visitar todos os blogs dos quais me tornei "amigo"... mas não tenho tido oportunidade.

Espero que o fim em causa compense todo este esforço: afinal, só quero ter um trabalho em que me possa empenhar e ser reconhecido pelo meu esforço e desempenho. Será pedir muito? A ver vamos...

Sérgio

13 janeiro 2007

Já não há pessoas de palavra...

Este novo ano de 2007 não está a começar nada bem...

No dia 1 de Janeiro tive um funeral de uma pessoa amiga de família, de quem me lembro desde que me conheço; inclusivamente com quem já trabalhei.

Pois a partir daí nada de bom tem acontecido... Os dias têm sido dominados por muitas desilusões com pessoas que tinha em boa conta e admiração. De facto, nada me pode desiludir mais do que a falta de palavra, de valores, de príncípios, já para não falar em falta de honra ou mesmo vergonha na cara.

Sempre fui habituado a cumprir aquilo a que me comprometo... Não falo aqui de promessas. Até entendo que por vezes prometamos coisas que depois correm mal não por nossa responsabilidade e nos vejamos impossibilitados de realizar aquilo que pretendemos; não culpo ninguém quando tal acontece... acredito que essa pessoa sofra bem mais por não conseguir realizar o prometido, do que os que não vêm a promessa cumprida. Entendo perfeitamente... tem de haver bom senso.

Agora comprometermo-nos e não cumprirmos... ou pior ainda, dar a nossa palavra, fazendo com que os outros acreditem na nossa boa-fé, enquanto premeditamos e engendramos planos maquiavélicos para tirar o melhor partido das situações e deixarmos todos os outros que connosco colaboraram, pendurados e de mãos atadas... acho isto repugnante... inqualificável... vergonhoso... não tenho palavras e sinto-me enojado só de pensar nestas pessoas, especialmente quando as consideramos como amigos.

Afinal Carpe Diem, a interpretação do sonho com o diabo acertou na mosca! "Falar com o diabo - ser enganado por um amigo".
Não vejo o dia de ter computador para fazer mais posts (com fotografia) e de regressar ao Porto para ter mais tempo para a minha família, namorada, amigos, cadelinhas... e para mim mesmo e para as minhas coisas. Estou farto de estar em Lisboa sozinho e só trabalhar de manhã à noite.

Sérgio

02 janeiro 2007

O Diabo é Bom Companheiro...

Há duas semanas atrás tive um sonho de todo inédito. Já alguma vez sonharam com o Diabo?! Antes disso?! Acreditam no Diabo? E em Deus? Eu não... no entanto, o sonho foi cómico e no mínimo vale a pena ser aqui partilhado.

Pois então é isso... sonhei com o Diabo. Sonhei que ele me aparecia constantemente. Não incomodava, não amedrontava, nem ameaçava... apenas ia aparecendo e desaparecendo sem nada dizer...

Ao contrário da imagem que se espera, não tinha um ar sinistro, assustador ou pouco simpático. Era um homem normal, com um aspecto simpático e agradável. Só que aparecia em tudo quanto era sitio...

Só eu e o meu pai o viamos; e se não falassemos com ele, ele também não falava connosco. Quando abordado, mostrava-se cordial e simpático. E até respondia a tudo o que lhe perguntavamos. Segundo ele, aparecia a mim e ao meu pai, porque teríamos um dom... o de atrair as pessoas até nós... dom esse que partilhavamos com ele, Satanás. Daí que nos devessemos conhecer. Segundo o meu pai, já lhe aparecia há muitos anos. Em relação a mim, só me considerava maduro agora para me abordar.

Por vezes, Berzebu fazia coisas cómicas... uma vez transformou a minha sombra num smiley sorridente. No entanto, e de inicio era incomodativo estar sempre a encontrar aquele senhor... dentro de casa... no carro... no emprego... ele atravessava as paredes e só eu é que o via, pelo que não podia comentar. Estão a ver os resultados se o fizesse!

Outro hábito insuportável que ele tinha era o de à noite escrever à máquina. Imaginem o que é querem dormir e ouvirem o bater das teclas a vir da cave! Tentei convence-lo a usar o computador, mas não se mostrou muito receptivo. Tentei que fosse dormir à noite, mas respondeu-me que não dormia. Uma noite, já em desespero de sono, mandei-lhe um berro: perguntei-lhe se estava a escrever alguma liquidação oficiosa às finanças, tão importante que justificasse impedir o meu sono.

Tirando isto, era uma presença leal e agradável; cómico até... excelente palhaço e contador de anedotas.

Não sei se já sonharam com Jesus, Deus e outras figuras religiosas... lembro-me de ter sonhado com Jesus em criança, atormentado pelo exame da catequese e pelo pecado de não saber o Pai Nosso... Mas nunca nenhum desses sonhos teve tanta piada como este... com o Diabo!

Por fim, tenho a dizer-vos que consultei o dicionário de sonhos sobre este filme inédito. Também não acredito nos dicionários de sonhos, mas pelo menos este diz que sonhar com o diabo é sinal de felicidade e fortuna.

Sérgio

30 dezembro 2006

Feliz 2007!

É tudo o que vos desejo... que 2007 seja o melhor ano de sempre!

É engraçado como todos os anos pomos uma expectativa enorme nos 365 dias seguintes, só porque mudam um ou dois dígitos da data... enfim, são hábitos, costumes e motivos para comemorarmos. E mesmo a tradição não sendo aquilo que era (e ainda bem), espero que todos entrem o ano da melhor maneira e que tudo corra pelo melhor a todos em 2007.

Para mim será um ano de mudança... No campo profissional poderá ser definitivo: para o bem ou para o mal! Sucesso ou desemprego... são riscos... No campo afectivo, espero que me traga tranquilidade para perceber o que é a felicidade a dois... E estes são os dois maiores pilares com que me deparo no início de ano.

Despeço-me de 2006 desiludido com a falta de palavra de algumas pessoas. Abalado com a morte para breve de um amigo de família de desde sempre, que chegou a ser meu patrão, e que hoje entrou em coma, depois de lhe ter sido detectado um cancro há 8 ou 9 meses atrás. Revoltado com o enforcamente medieval de Saddam Hussein... o mal não se combate com um mal maior... quando será que vamos aprender isto... o mundo muçulmano sublinhou a sua hipocrisia, selvajaria e tacanhez nos últimos anos; mas os EUA também.
Apesar disso, 2006 foi um excelente ano em termos pessoais. Até mudei de emprego!

Esta semana que vem, e para começar bem o ano, prometo um post para vos contar um sonho que tive na semana passada.

FELIZ ANO NOVO!


Sérgio

23 dezembro 2006

É Natal, É Natal...

Pois é... é Natal e eu continuo sem computador... sem ligação à www... e esta é a única razão pela qual ando afastado de todos vocês; mas em breve tudo voltará à normalidade! Muitos posts, muitos comentários, posts com fotografias, etc.

Apesar de também estar fora de casa, por causa do meu novo emprego (e assim continuarei mais uns tempos), por momento algum todos vocês saiem do meu pensamento: amigos virtuais, amigos das ondas, amigos das motos, amigos da música, amigos dos desportos, amigos das artes marciais, ex-colegas de trabalho, ou simplesmente amigos da vida e do mundo... Continuam muito presentes, quer no meu pensamento, quer no meu coração.

A todos vocês, os meus desejos de um Feliz Natal!

Não sou adepto do Natal todos os dias... senão não lhe dávamos valor... mas peço-vos que se lembrem todos os dias, daqueles que nunca têm Natal. Temos de fazer um mundo melhor e não podemos esperar que os outros, aqueles que achamos que têm a responsabilidade disto e daquilo..., mudem: se queremos que o mundo mude, e para melhor, porque não começarmos por nós mesmos?... Deixo-vos com este meu pensamento natalício. FELIZ NATAL!


Sérgio

13 dezembro 2006

Sem internet... sem computador...

Isto assim é difícil... não consigo manter o blog activo enquanto não chegar o meu portátil e a ligação à WWW.
Os dias têm sido muito pesados e recorrer a um ciber café ao fim do dia é, acima de tudo, incómodo.
No meio de muitas horas de trabalho, tenho de arranjar uma casa perto do emprego (Sintra) e tempo para fazer exercício. Sim, porque estar do outro lado da ponte e acordar às 6 da manhã não dá para mim.
Até já!
Sérgio

05 dezembro 2006

Estou no Activo Outra Vez!

É verdade! Estou em Lisboa onde permanecerei nos próximos 3 meses.
Para já, só eu e o meu chefe! Estamos a criar a empresa. É emocionante criar tudo de início e participar em todas as decisões.
Para a semana já temos de dar dois cursos. O risco é grande; temos o mundo de olho em nós... e do nosso desempenho dependerá o futuro... esperemos que chegue a ser uma grande multinacional!

Sérgio

01 dezembro 2006

Casino Royale.

O novo filme do agente secreto mais famoso do mundo é uma desilusão. E é uma desilusão, porque Daniel Craig não tem ar de James Bond... simples! O actor até faz uma boa interpretação e apresenta uma atitude interessante. Algumas expressões estão muito boas, especialmente no final do filme (sem ironia...), quando declama a frase mais famosa de toda a história do cinema:
"- My name is Bond... James Bond!"

Photobucket - Video and Image Hosting

Mas não é só a figura do actor que contribui para que o filme seja incongruente com as nossas expectativas... Este é um filme de acção, mais do que de espionagem; a personagem recorre muito mais à violência do que à astúcia que o espião inglês tanto nos habituou. Tudo isto desvirtua o filme, tornado-o mais comum, menos místico...

Claro que substituir Pierce Brosman não é tarefa fácil; o homem encaixou no papel como num ninguém esperou. Foi para mim o melhor James Bond de sempre! Troca-lo por um atleta musculado e depilado, com ar de Steven Seagal (actor que muito aprecio), ou mesmo Van Damme (actor que nada aprecio), e ainda por cima carregar o filme de violência gratuita, justificam bem a minha desilusão no fim de Casino Royale.
Mais uma vez refiro que o despedimento de Pierce Brosman foi precipitado, por todas as razões e mais alguma.

Outra desilusão para mim foi constatar que as "Bond Girls" já não são o que eram... também a elas lhes falta aquele toque de subtilidade que distingue uma grande mulher, de uma mulher apenas muito bonita.

Mas a primeira desilusão depara-se-nos logo no início do filme: com o tema principal da banda sonora. Além de não ser cantado por uma mulher - e só me lembro de 2 casos em toda a história de James Bond: A View to a Kill dos Duran Duran; e, Living Day Lights dos a-ha; o 1.º fantástico na minha opinião, o 2.º nem por isso... – o tema em causa é tão desconsulado e vulgar, que nem me dei ao trabalho de perceber de quem é.

É claro que nem tudo é mau! Nem podia... A história é muito interessante. O filme tem uma fotografia fabulosa. Os exteriores são magníficos! Aquele Aston Martin Vanquish é um deslumbre!... E o barulhinho daquele motor V12?! O melhor ambiente da tradição James Bond está lá em muitos momentos; pena é que não em todos, e como alguns fazem pontos negativos, a média é apenas razoável.

Mudem o senhor; repensem o tipo de filme. Queremos muito e mais James Bond ao melhor estilo Sean Connery, Roger Moore e Pierce Brosman.

Sérgio

20 novembro 2006

A Mania dos Desafios.

Apesar de estar um tanto ocupado, não podia deixar de responder a um desafio proposto pelo "O Nosso Eclipse". Quem é capaz de resistir a um desafio do (mais da...) Sol e da Lua?!

Então aqui vai...

Mania da Música - é um facto... estou sempre a ouvir música. Adoro especialmente o som do vinil... Música por todo o lado; mas ouço pouco rádio. Prefiro as minhas selecções; e quando por perto não há nem cassetes ou bobines, nem cds, dvds ou i-pod, funciona um disco duro que tenho dentro da cabeça e que memoriza tudo o que gosto. Quando a música não é envolvente ou não tem bom som, prefiro o meu "cd-rom". Música tem de ter palco sonoro; tem de se ouvir bem e sentir... o rádio fanhoso ou o pc speaker não servem.

Mania do Desporto
- sou viciado na adrenalina de praticar desporto. do exercício físico, de bater os meus records. Viet Vo Dao, ténis, volei, andebol, btt, ténis de mesa, natação, vela, basket, squash, wind surf, body board, surf, karting, ski, snowboard, rafting, canyoning, hidrospeed, mergulho, futebol... e mais não sei quantos que tenho de experimentar (kite surf, parapente, golf...).

Mania da Velocidade
- intitular como mania acaba por ser injusto, porque tratam-se de prazeres. A velocidade é um prazer enorme para mim. De carro, moto, barco, bicicleta, na corrida, no ski, etc. Até na playstation!

Mania do Perfeccionismo
- tento fazer tudo com quanto detalhe e perfeição quanto consigo. Infelizmente, fica muito por conseguir...

Mania de Dizer o que me vai na Alma
- pois... acabo por dizer sempre o que acho, o que sinto... Devo ter o coração perto da boca. Resultado, só me prejudico... até porque normalmente estes sentimentos nunca são interpretados da forma como os sinto.

E a quem vou eu passar a "batata quente"?! Eheheheh!
- A Vida Secreta das Palavras - http://carpediembehappy.blogspot.com (vais ter de te esforçar! eheheh! 2 convites seguidos é muita fruta!);


Sérgio

Na hora da mudança.

Como não gosto de despedidas, prefiro o "Até Sempre!". Foi esta a mensagem de despedida que deixei aos meus colegas da AdI.

"Bom dia!

Hoje é o meu último dia na ADI e não podendo despedir-me de todos vocês pessoalmente, deixo-vos aqui algumas palavras, que não gostaria que fossem sequer entendidas como de despedida. O mundo é pequeno e tenho a certeza que nos vamos cruzar inúmeras vezes.

Acima de tudo queria agradecer a todos vocês por estes 8 anos e meio. As instituições são feitas por pessoas; portanto é a vocês todos (e aos colegas que por aqui passaram) que devo uma parte muito importante da minha vida profissional (e até pessoal).

Agradeço à ADI pelas experiências aqui vividas e pelo incremento de conhecimentos que adquiri. Se hoje posso dar um passo numa direcção diferente na minha vida profissional, à ADI o devo.
Foram anos intensos de trabalho e novas vivências, repletos de momentos memoráveis, surpreendente e únicos. Claro que também houve momentos maus, de tensão e muitos problemas... mas para esses a minha memória não tem grande capacidade, pelo que já os esqueci, ou rapidamente os esquecerei... talvez se mantenham presentes para sempre na memória de quem os causou.
Não convivi com todos de igual forma e tenho pena de não conhecer grande parte das pessoas que foram admitidas no último ano em Lisboa.
As pessoas que mais próximas me são, entenderão melhor que ninguém o que sinto hoje e a razão das minhas palavras, que naturalmente lhes serão mais dirigidas, do que aos colegas que menos bem me conhecem (ou não conhecem).

Deixo-vos os meus contactos, caso precisem de mim para algum assunto pendente (ou simplesmente para falarem comigo):
- telefone: 91 612 44 71;
- email: sergio@carmo.com.pt

Despeço-me deixando-vos um pensamento que me acompanha desde que me conheço. Não é um conselho, muito menos um modelo a seguir... é apenas a forma como encaro a vida, e que sem dúvida, tem feito de mim alguém muito feliz (peço desculpa, mas nunca descobri quem é o autor):

“É muito melhor arriscar em coisas grandiosas, alcançar triunfo e glória, mesmo expondo-se à derrota; do que formar fila com pobres de espírito, que não gozam muito, nem sofrem muito, porque vivem nessa penumbra cinzenta de quem não conhece vitória nem derrota.
Sonhar é acordar-se por dentro.
Quem tem um porquê suporta qualquer como.”

As maiores felicidades para todos; lembrem-se que não é por deixar de ser vosso colega, que deixo de ser vosso amigo.
Até sempre!
Beijinhos e abraços,

Sérgio Carmo"

07 novembro 2006

NOVIDADE!

Vou mudar de emprego!

Para mais informações esteja atento(a) ao próximos capítulos, aqui no CARMOBLOG.

Sérgio

03 novembro 2006

Os Enlatados e a Santa Ingenuidade...

Na quarta-feira à noite ia para casa pela VCI, quando um enlatado num Astra comercial resolve chatear-me... acelerei e desapareci por momentos. Passado um bocado, lá estava o palerma outra vez. Percebi então que o imbecil queria um “picassozito

Photobucket - Video and Image Hosting

A situação era ridícula... a minha moto tem muitos mais cavalos e pesa menos de 1/5 do carro, pelo que só na cabeça de um enlatado fora do prazo é que se acha ser possível acompanhar uma moto. Neste contexto resolvi gozar com a situação. Sempre que ele se aproximava com máximos a gritarem, encostava, acelerava um bocadinho mais e quando ele praticamente tinha ultrapassado (já a largar parafusos para tudo quanto era lado), acelerava a sério e deixava-o parado no meio da VCI.

Fiz isto 3 vezes desde a entrada da Av. da Boavista, até que a saída para casa se aproximou (Fernão Magalhães, Areosa). Para meu espanto o enlatado também resolveu sair... e pior, tentou acompanhar-me naquela curva bem fechada que eu conheço bem!

Toda a gente sabe que os carros curvam muito mais do que as motos... mas também há que olhar ao carro e à moto. Já para não falar no kit de unhas do condutor! E se o meu não é nada de especial, o do enlatado era muito pior, porque nem imaginam a chiadeira de pneus que ele fez quando tentou aproximar-se de mim, travando tarde, e deparando logo a seguir com um gancho à direita. Não consegui ver se chegou a bater nos rails... honestamente espero que não tenha passado de um susto e que tenha aprendido a lição: deixem os motards em paz!

Eu já tive a minha dose de gargalhadas com este episódio!

Sérgio

31 outubro 2006

Calor Fora de Época.

O Verão de S. Martinho este ano está a ser realmente quente. A mim, pessoalmente, delicia-me ir para a praia em finais de Outubro (e ás vezes início de Novembro). Não entendo como há quem se sinta incomodado com “calor fora de época”... Queixam-se que já andam com roupa mais quente e que já não estão habituados ao calor... Eu estou sempre “habituado” ao calor (ou ao frio); a roupa não me incomoda nada... continuo a usar roupa de Verão e se não usasse, passava a usar.

Photobucket - Video and Image Hosting

Até gosto do frio de Inverno, apesar de não ter frio, porque sou um fanático da neve. Talvez por essa razão, até tenho saudades do frio... das lareiras... dos dias de chuva em casa a ouvir música, a ler, a ver televisão, das castanhas assadas, de um copo de bom vinho tinto...

Mas também sou viciado no conforto envolvente do calor do Sol, na praia, no mar, no ar livre. Gosto de usar pouquíssima roupa e se o frio nunca me atrapalha, o excesso de calor condiciona-me.

Acima de tudo, o que não entendo, é como é que há pessoas a quem um dia quente pode incomodar, ainda que fora de época. Como é que há pessoas que ficam fechadas em casa com dias de Sol fantásticos, ainda que por vezes frios... Como é que há pessoas a quem o Sol incomoda?! Talvez porque trazem roupa demais e sentem-se sufocadas... Como é que há pessoas que vivem sem usufruir do ar puro, do calor do Sol, do vento refrescante, do brilhar da neve, do cheiro a maresia, do toque refrescante da chuva morrinha num dia de verão, do cheiro a terra molhada, do cheiro da vegetação verde em pleno Inverno ou do odor intenso e doce da vegetação do Alentejo ou Algarve numa noite quente, ou sem um mergulho num mar frio cheio de ondas grandes... Não entendo... Mas também não tenho nada a ver com isso...

Podemos viver de formas muito diferentes... mas será que viver no mediano, no morno, no cinzento e com medo de tudo, é viver?... ou apenas sobreviver?

Sérgio

30 outubro 2006

Excelente Post!

Não deixem de ler este post. Do melhor!
Claro que esta história contada ao vivo é ainda mais engraçada.

http://ex-sitacoes.blogspot.com/2006/10/pela-estrada-fora.html#links

Sérgio

27 outubro 2006

Aliciante... no mínimo!

http://aliciante.weblog.com.pt/

Não me canso de aceder a este blog, que consegue supreender todos os dias.

Parabéns à autora. Viva a "Mad"!

Photobucket - Video and Image Hosting

Bom fim-de-semana (aproveitem o Sol!).

Sérgio

P.S.: Fotografia de Pascal Renoux.